...
Sentada com as pernas entrelaçadas atrás do meu pescoço, Filipa dominava, controlava os meus movimentos.
As minhas mãos seguravam lhe o quadris e acariciavam-lhe as ancas.
Pouco a pouco aproximei a minha respiração quente do corpo ainda húmido.
Corpo a quem eu tinha de servir e não estava ali para ser servido.
Desci pelas coxas com a língua tentado apanhar cada gota de água salgada, de desejo e suor que encontrava no caminho até ao seu clitóris.
O cheiro da sua pele ainda me abriu mais o apetite pelo prato principal...
Filipa atormentava os próprio mamilos. Com o indicador e pulgar, torcia, apertava e puxava-os.
Lambi dois dedos de forma a deixa-los bem molhados e a abrirem facilmente aquela caverna.
Em movimentos contidos, investi os meus dois guerreiros dentro dela. Lentamente conquistei aquela cavidade completamente inundada de desejo.
E chupei-lhe violentamente aquele botão enorme e teso...
Sentia o tremor das suas pernas a cada estocada da minha língua em compassos marcados pelas investidas dos meus dedos.
Aquele suco morno que me escorria nos dedos estava me a embriagar de tesão...
Filipa já me tinha arrancado um cem número de cabelos tal era a forma violenta em como me segurava. Era como se me tentasse afogar no prazer que estava a sentir.
Em sôfrego cada vez mais intenso Filipa veio se numa explosão de gemidos e tremores incontroláveis acabando por me dar um violento estalo...
Atingi-a com olhar e olhos nos olhos, como um animal domesticado, baixei a cabeça novamente e agora lentamente acariciei-lhe o clítoris. Com a ponta da língua fui separando os lábios e submisso á minha dona penetrei-a .
Movi a língua alternadamente entre o seu ânus e a entrada do seu monte de Vénus. Penetrei ambas as entradas firmemente uma e outra vez.
Tinha as mãos soltas e estava completamente louco de tesão com a situação.
Teresa estava pronta para um novo orgasmo mas eu também queria...
Com os dedos ainda húmidos do seu néctar, comecei a tocar-me...fortemente, estava demente de prazer...”
...
...
“Paulo!!!”
“PAULO!!!”
“PAULO ESTÁS A OUVIR O QUE TE DIGO???”
“Desculpa Teresa! Estava a viajar...”
“Está aqui a Filipa!” “Filipa, este é o Paulo. Penso que já se conhecem.”
...




Travámos uma guerra de desejo e loucura.
Enquanto me alimentava da sua boca e lhe atormentava os mamilos ainda escondidos dentro do vestido, fui atacado pelas suas mãos esguias e selvagens.
Atacou me o membro rijo apertando-o com força por baixo das calças. Acariciou-o com violência e puxou-o para si.
Teresa parecia uma mulher sedenta de sexo. Os seus movimentos são audazes e levam me á loucura.
Foi incrível a forma como me devorou o membro que pulsava a cada investida da sua boca. Preparou me de forma fantástica. Ah como a desejava penetrar!
Sabia bem que já não me conseguia controlar muito mais tempo e parou.
Parou, afastou-me, sorriu-me e virou se de costas. Em posição de “4” ofereceu-se.
“É isto que queres?”
A resposta foi uma investida bruta. Com vontade de a trespassar com aquele membro coberto de saliva.
Investi sem piedade. Entre os gemidos de Teresa consegui distinguir suplicas de brutalidade e carinho para que não para-se.
E não conseguia parar. Parecia que me sugava para dentro de si. Sentia-a completamente preenchida por mim.
Viemo-nos copiosamente.
22h03
“Já estamos atrasados.”
“Já tinhas isto planeado?”
“Bem... tinha... mas foi melhor do que o esperado!”
Realmente gosto de ter tudo sob controlo e já tinha tudo combinado com a relações públicas do casino. A Filipa.
Filipa era dotada de um olhar dominador, penetrante, como nunca tinha visto. E não só! Tinha outros dotes...
22h18m
Foi uma viagem rápida até ao casino. Pelo caminho Teresa compôs o vestido e o cabelo. Fumou um cigarro e foi sorrindo.
Chegámos um pouco atrasado mas estava tudo pronto.
Fomos recebidos á porta pelo empregado que já estava á nossa espera.
Encaminhou-nos para a mesa previamente escolhida e disse:
“Estejam á vontade que o vosso pedido já está a ser tratado. A nossa relações públicas, a D. Filipa Oliveira, já vem para vos dar as boas vindas.”
“Conheces a Filipa?” – perguntou-me Teresa com um ar matreiro.
“Sim... Foi com ela que tratei tudo. Mas porquê? Também a conheces?”
“É a minha melhor amiga.”
. A conta que Deus fez...(V...
. A conta que Deus fez...(I...
. A conta que Deus fez...(I...
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