Terça-feira, 12 de Setembro de 2006
A conta que Deus fez...(V)

...

Sentada com as pernas entrelaçadas atrás do meu pescoço, Filipa dominava, controlava os meus movimentos.

As minhas mãos seguravam lhe o quadris e acariciavam-lhe as ancas.

Pouco a pouco aproximei a minha respiração quente do corpo ainda húmido.

Corpo de luxúria e prazer.

Corpo a quem eu tinha de servir e não estava ali para ser servido.

Desci pelas coxas com a língua tentado apanhar cada gota de água salgada, de desejo e suor que encontrava no caminho até ao seu clitóris.

O cheiro da sua pele ainda me abriu mais o apetite pelo prato principal...

 

Filipa atormentava os próprio mamilos. Com o indicador e pulgar, torcia, apertava e puxava-os.

 

 

 

Lambi dois dedos de forma a deixa-los bem molhados e a abrirem facilmente aquela caverna.

Em movimentos contidos, investi os meus dois guerreiros dentro dela. Lentamente conquistei aquela cavidade completamente inundada de desejo.

E chupei-lhe violentamente aquele botão enorme e teso...

 

 

Sentia o tremor das suas pernas a cada estocada da minha língua em compassos marcados pelas investidas dos meus dedos.

 

 

Aquele suco morno que me escorria nos dedos estava me a embriagar de tesão...


 

Filipa já me tinha arrancado um cem número de cabelos tal era a forma violenta em como me segurava. Era como se me tentasse afogar no prazer que estava a sentir.

 

Em sôfrego cada vez mais intenso Filipa veio se numa explosão de gemidos e tremores incontroláveis acabando por me dar um violento estalo...

 

 

Atingi-a com olhar e olhos nos olhos, como um animal domesticado, baixei a cabeça novamente e agora lentamente acariciei-lhe o clítoris. Com a ponta da língua fui separando os lábios e submisso á minha dona penetrei-a .

 

 

Movi a língua alternadamente entre o seu ânus e a entrada do seu monte de Vénus. Penetrei ambas as entradas firmemente uma e outra vez.

 

 

Tinha as mãos soltas e estava completamente louco de tesão com a situação.

Teresa estava pronta para um novo orgasmo mas eu também queria...

Com os dedos ainda húmidos do seu néctar, comecei a tocar-me...fortemente, estava demente de prazer...”

...

...

 

“Paulo!!!”

“PAULO!!!”

“PAULO ESTÁS A OUVIR O QUE TE DIGO???”

 

“Desculpa Teresa! Estava a viajar...”

 

“Está aqui a Filipa!” “Filipa, este é o Paulo. Penso que já se conhecem.”

 

...



publicado por Calipso às 16:50
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Quarta-feira, 23 de Agosto de 2006
A conta que Deus fez...(IV)
Aquelas palavras ecoaram no meu corpo.
Fixei os brilhantes olhos verdes de Teresa e viajei.
Como flashes de luz na minha mente, começaram a surgir imagens da primeira vez que vi Filipa.
Pequenas lembranças do momento em que fui marcar o jantar, logo depois de sair da escritura.
 
 A chegada ao casino... a recepcionista... o escritório de Filipa...
 
 
Aguarde só um momento que a Dr.ª j à o recebe.”
Obrigado
 
Assim que a porta se fechou por detr à s de mim ouvi uma voz:
 
J á vou! Só um minutos por favor.”
 
A atmosfera daquele escritório absorvia nos para um mundo oriental. O ambiente perfumado por pinheiro verde, as janelas cobertas com persianas de papel que brilhavam com a luz do interior e um biombo que escondia metade da sala.
 
Estou quase pronta!
  
Uma frincha de luz que saía de uma parede junto á secret á ria ao fundo do escritório chamou me á atenção.
Aproximei me e lancei o olhar sobre aquela abertura. Do outro lado, reflectido num espelho meio embaciado, estava o corpo semi nú de uma
 
mulher alta, delgada, de negros cabelos apanhados.
 
 
 
Acabado de sair do banho, por aquele corpo feminino deslizavam pequenas gotas que se perdiam debaixo de um enorme toalhão branco.
 
Filipa não se mostrou incomodada.
Ela levantou o olhar e fixou o meu no espelho de uma maneira que sugeria que nos conhecíamos um ao outro muito bem.
 
 Isso agradava-lhe...
Soltou o toalhão que lhe caiu aos pés e admirou-se.
Num momento de narcisismo, contemplou a sua própria imagem, acariciando, tocando, sentindo todo o seu corpo.
 
O desejo de possuir Filipa dominou me.
Por momentos esqueci o que tinha ido ali fazer. Perdi a noção do tempo. Tinha desejo!!! Queria domin á la fisicamente como ela me estava a dominar com o olhar.
  
 
 Invadi aquele espaço de ar quente e húmido de aroma a pinheiro, e apoderei me de Filipa.
Surpreendida pela destreza da
minha investida. Os nossos corpos espremidos juntos e de braços entrelaçados fez com que solta-se um suspiro profundo que terminou com um sorriso para o espelho.
De pé e de costas para mim, dominei aqueles mamilos tesos e grandes, percorri todo o seu pescoço com beijos firmes e húmidos. Mãos vadias desbravavam contornos finos de um corpo de pecado.
Dei-lhe liberdade ao toque.
 

 
Deixei-a escapar entre o meu corpo e o lavatório. Esgueirou-se, ajoelhou-se e apoderou-se... Não tinha como dizer não pois notava-se bem o que queria.
A sua boca é tão húmida quanto o ar naquela casa de banho...
A meus pés, Filipa estava a satisfazer se de mim.
 
 
J á sentia o pulsar de um novo coração no meu membro enquanto Filipa fazia malabarismos com a língua e passava as suas unhas compridas no meu abdómen.
Mas Filipa também queria ser satisfeita.
Subiu para cima do lavatório, traçou os pés atr á s da minha cabeça envolvendo me com as suas longas pernas e puxou-me para si. Queria que saboreasse o seu doce monte de Vénus depilado...
 




Terça-feira, 20 de Junho de 2006
A conta que Deus fez...(III)

Travámos uma guerra de desejo e loucura.

Enquanto me alimentava da sua boca e lhe atormentava os mamilos ainda escondidos dentro do vestido, fui atacado pelas suas mãos esguias e selvagens.

Atacou me o membro rijo apertando-o com força por baixo das calças. Acariciou-o com violência e puxou-o para si.

Teresa parecia uma mulher sedenta de sexo. Os seus movimentos são audazes e levam me á loucura.

 

 

Foi incrível a forma como me devorou o membro que pulsava a cada investida da sua boca. Preparou me de forma fantástica. Ah como a desejava penetrar!

Sabia bem que já não me conseguia controlar muito mais tempo e parou.

 

Parou, afastou-me, sorriu-me e virou se de costas. Em posição de “4” ofereceu-se.

 

“É isto que queres?”

 

A resposta foi uma investida bruta. Com vontade de a trespassar com aquele membro coberto de saliva.

 

 

Investi sem piedade. Entre os gemidos de Teresa consegui distinguir suplicas de brutalidade e carinho para que não para-se.

E não conseguia parar. Parecia que me sugava para dentro de si. Sentia-a completamente preenchida por mim.

 

Viemo-nos copiosamente.

 

 

22h03

 

“Já estamos atrasados.”

“Está tudo tratado. Antes de te ir buscar passei pelo restaurante do casino e...”

“Já tinhas isto planeado?”

“Bem... tinha... mas foi melhor do que o esperado!”

 

Realmente gosto de ter tudo sob controlo e já tinha tudo combinado com a relações públicas do casino. A Filipa.

 

Filipa era dotada de um olhar dominador, penetrante, como nunca tinha visto. E não só! Tinha outros dotes...

 

22h18m

 

 

Foi uma viagem rápida até ao casino. Pelo caminho Teresa compôs o vestido e o cabelo. Fumou um cigarro e foi sorrindo.

Chegámos um pouco atrasado mas estava tudo pronto.

Fomos recebidos á porta pelo empregado que já estava á nossa espera.

Encaminhou-nos para a mesa previamente escolhida e disse:

 

“Estejam á vontade que o vosso pedido já está a ser tratado. A nossa relações públicas, a D. Filipa Oliveira, já vem para vos dar as boas vindas.”

 

“Conheces a Filipa?” – perguntou-me Teresa com um ar matreiro.

“Sim... Foi com ela que tratei tudo. Mas porquê? Também a conheces?”

“É a minha melhor amiga.”

 

...



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